Há hoje um número expressivo de jovens de todas as gerações com muita vontade de colocar em prática como suas propostas inovadoras. No entanto, não se trata de uma fonte de capital para uma continuidade do projeto. E é isso que entram os investidores anjos.

Mas você deve estar perguntando: ” o que significa isso, como funciona, o que eu tenho que fazer para ter um? ”.

O fundador do Buscapé e investidor anjo, Mario Letelier, conversou com um Innovadores na 77ª edição do BRNewTech. Mario acompanha uma evolução do mercado de investimentos em startups no Brasil Há mais de 15 anos, faz parte da primeira geração dos empreendedores digitais.

” Eu venho da época em que não existia ainda o investimento anjo e que grandes empresas não queriam trabalhar como startups. Muita coisa mudou de lá para cá, mas muita coisa ainda precisa ser melhorada“, explicou Letelier.

Segundo Mario, o investimento anjo foi um jeito que pessoas físicas, sendo eles executivos ou empreendedores que já possuem um conhecimento e experiência na área, encontraram para financiar ideias.

Ou seja, você tem uma empresa com um bom produto ou serviço, por trás há grandes chances de despertar o interesse em algum dos investidores que buscam por empreendimentos com alto potencial de sucesso.

O investimento é feito, em geral, por um número de pessoas físicas, entre duas e cinco que buscam por negócios inovadores, com crescimento rápido, potencial de valorização e possibilidade de saída. Além disso, existem algumas regras para que o negócio tenha êxito e atraia uma atenção à sua inovação, escalabilidade, mercado e um tempo engajado.

“O investidor investe qualquer negócio em estado inicial, trazer experiência técnica ou científica, fazer acompanhamento muito direto, mas sem tirar o papel do empreendedor”, afirmaou Mario.

Quer saber mais sobre investimento anjo e sobre uma caminhada profissional de Mario Letelier?

Acesse o nosso canal junto com esta conversa na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=9YWp_Q2SE_s